quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

A banana era eu

Precisei chamar o seguro do carro por causa de um problema na bateria.
As crianças deixaram a porta do carro encostada, a luz interna ficou acesa e a bateria descarregou.😠
O rapaz que veio me socorrer era tão atencioso e prestativo. Muito educado, me explicou tudo que seria feito, perguntou meu nome, eu perguntei o dele, e era... Gregory!
Me deu uma vontade de rir e falar: Meus filhos leram uma coleção de livros que o personagem principal chamava-se Gregory!
Aí o rapaz poderia perguntar: Que legal, qual livro?
É... hum... Diario de um banana! 😁
Que constrangedor seria! Melhor deixar pra lá o comentário...
As vezes nem tudo o que pensamos precisa ser dito na mesma hora.
Ele terminou o serviço, foi embora, eu quase chorei com o preço da bateria nova, mas fiquei rindo sozinha... 


#Eeuaguento?

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Ajudar ou prejudicar?

Será que só eu falo quinhentas vezes a mesma coisa e mesmo assim parece que meus filhos não me escutam?
Falei tanto pra não esquecer os recortes do dever de casa, e não é que a pasta ficou em cima da mesa?!
A primeira sensação foi de raiva: Não acredito que esqueceu, agora vai ganhar bilhete na agenda.
A segunda foi de dó: Coitadinho! Vai ficar tão triste quando perceber que esqueceu; e mais triste ainda quando receber o bilhete de advertência.
Imaginei o que ele sentiria ao me ver chegando na escola com seu dever, a super mãe "salvando" seu filhinho indefeso.
Salvando? Não! Se eu fizesse isso estaria prejudicando-o e evitando que ele aprendesse no mínimo duas lições: a de ser responsável com suas obrigações e que não, ele não pode fazer qualquer coisa errada que a mamãe consertará.
Eu sei que dá vontade de carregar os filhos no colo pra sempre; mas se fizermos isso como vão aprender a voar com as asas atrofiadas?


#Eeuaguento

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

I love my family!

Às vezes parece que vou enlouquecer; ninguém coopera: é roupa pelo chão, meia encardida de andar descalço, quarto bagunçado, objetos espalhados. Aaaargh! Socorro!!!! 😠
Em outros, me ajudam com a louça, arrumam as camas, obedecem como se uma nuvem de amor estivesse cobrindo a casa.
E quando ficam doentes? Chego a ficar irritada; perco o rumo, ligo para os amigos e parentes, peço ajuda mesmo.😢
Mas qual família não é assim?
Sofremos, choramos, rimos e festejamos.
Somos criticados e perdoamos, criticamos e depois pedimos desculpas.
E vivemos ligados, mesmo quando moramos longe.
Aliás, o lado bom de morar longe é que a visita não é apenas para um almoço ou um lanche. é para dormir!

Então família, venham! E quando eu for visitá-los será no mínimo por uma semana.

#Eeuaguento


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Eu uso óculos!

Dia de upgrade nos óculos; meu e dela, minha pequena princesa.

Os dois da foto são da minha filha, o meu não aparece porque eu não conseguiria tirar a foto sem os óculos. 





Achei que minha filha trocaria tranquilamente; visto que desde o primeiro, ela sempre gostou de usá-los.

Mas aí veio a dúvida: 

- Mamãe, não sei se será bom mudar os óculos. Eu chutei na hora do teste, quando a doutora perguntava "este ou aquele" e ficava trocando as lentes." 

Ai meu Deus! E agora? Também passei por isso na minha infância. Sempre ficava em dúvida na hora do exame; "este ou este"? Escolhia: o primeiro; aí o médico trocava de novo! "E agora, este ou aquele"?

Será que eu escolhia certo? Acho que sim... 
E tomara que minha filha não fique tão indecisa nos próximos testes! 

#Eeuaguento?

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😉

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Sou doutora!

Recebi este texto de uma amiga. Me deu uma vontade de responder deste jeito e de mudar meu perfil no Linkedin, hahaha. 😆


Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era sua profissão. Ela hesitou, sem saber como se classificar.
– O que eu pergunto é se tem algum trabalho, insistiu o funcionário.
– Claro que tenho um trabalho, exclamou Ana. Sou mãe, disse.
– Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
– Qual é a sua ocupação, perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
– Sou Doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, falei à funcionária.
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
– Posso perguntar disse-me ela com novo interesse: o que faz exatamente?
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
– Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?). O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta. Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 5. Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento – um bebê de seis meses – testando uma nova tonalidade de voz. Senti-me triunfante!
Maternidade… Que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas doutora-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas, as bisavós doutora-executiva-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas e as tias doutora-assistente.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, doutoras na arte de fazer a vida melhor!


Lindo, não é mesmo?

#Eeuaguento

Tenha metas!



Tenho aprendido que se fizermos pequenas metas isto nos ajudará a ficarmos motivados.
Os grandes sonhos, metas e projetos são muito importantes, mas corremos o risco de desanimarmos ou nos frustrarmos durante as etapas para realizá-los.
Se fizermos pequenas metas, o caminho para as grandes será mais fácil de trilhar.
Olhei para minhas duas flores trepadeiras, me animei com o pequeno projeto de arrumar o meu jardim.
Espero poder compartilhar a foto quando elas estiverem maiores.

Tenho metas para este blog, metas de perder peso, ler livros, ter novos alunos...
Pequenos sonhos, grandes realizações.

#Eeuaguento

Vamos passear!

Clássicos pertencentes ao Memorial JK
Casa cheia de novo. Amo! É muito gostoso matar a saudade, levar pra conhecer os pontos turísticos da cidade. Brasília é muito bonita!

É engraçado o fato que quando você mora na cidade que nasceu acaba não conhecendo ou não frequentando alguns lugares importantes e interessantes. Por exemplo: já conheci cariocas que nunca haviam ido ao Cristo Redentor, paulistas que não conheciam o Pico do Jaraguá ou o Museu do Ipiranga e por aí vai...
E isto acontece porque nos finais de semana todos já tem seus compromissos com família, clube, igreja ou grupos de interesse, e quando moramos longe, não dá pra almoçar na casa da mãe no domingo (snif), e aí a gente sai para explorar a cidade.
Eu gosto de levar minhas visitas para conhecerem os pontos turísticos; procuro saber informações e curiosidades sobre os locais, como por exemplo que as cúpulas do Congresso não têm o mesmo tamanho e que o "prato" para baixo é o Senado e o prato para cima é a câmara dos deputados.
Um local que eu conheci hoje, por dentro foi o Memorial JK. Um verdadeiro tesouro da nossa história, com objetos pessoais, fotos, roupas e a biblioteca particular do Juscelino Kubitschek que falava cinco idiomas! Um sonho.
Amanhã será o dia todo "batendo perna", será que eu aguento?