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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Continuo rindo



É interessante ver como os velhinhos tem tanta coisa em comum com as crianças.
Uma delas é a facilidade de rir com bobeiras.
Meu padrasto chorava de rir com as pegadinhas do Silvio Santos por exemplo aquela de pegar o macaco no carro e sair correndo uma pessoa vestida de gorila. tsc tsc tsc
Tinha gente da família que conseguia rir com Zorra Total e a Praça é nossa. (não vou dizer o grau de parentesco porque vão descurtir meu blog.. Hehehe)
A sogrinha chora de rir com as pegadinhas e tombos dos outros na TV (que passa na Record)
As crianças conseguem rir em filmes toscos de comédia e outras bobeiras na internet, inclusive aquela música da Verônica: "Nada, nada, nada, nada. Eu não estou fazendo nada..."
E eu? Bem... eu já ri muito com o Jô Soares no Viva o Gordo e Os trapalhões quando eu era criança. E agora também dou risada com as bobeiras da internet como os memes, o Dinofauro aful e as figurinhas que mandam para mim ou que vejo no Pinterest.
E também rio de mim mesma, vivo pagando mico! 

#Eeuaguento?

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

I am lost!

Sempre gostei de ler histórias para meus filhos dormirem. Até mesmo porque assim eles dormiam mais rápido. Hehehe. 😆
Às vezes o sono (meu) era tanto que ao invés de ler eu inventava algumas histórias ou recontava alguns contos de fada. O problema era quando eu começava a cochilar e misturava as histórias; era um tal de Homem-aranha que pegava o batmovel; a Chapeuzinho que falava com a rainha... E as crianças atentas me corrigiam: "Mamãe, o que o batmovel está fazendo na historinha do homem aranha? Ai ai ai... eu despertava e terminava a história.
Hoje em dia ainda leio, até livro didático em semana de prova, eles odeiam, obviamente. 😁
Outro dia me pediram pra contar uma que eles ainda não conhecessem, eu caindo de sono, não sei por quê lembrei da série Lost que passou uns anos atrás.
Adaptei rapidamente com bem menos mistério, achei que eles dormiriam rápido e nem se interessariam por uma ilha misteriosa.
Eu já havia chegado no final cochilando (no meu final) e eles me chamando e querendo saber o restante da trama. Falei que já era tarde demais que no dia seguinte teria a continuação, e não é que eles acordaram querendo saber o que ia acontecer?

Vou virar roteirista.

#Eeuaguento?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

I love my family!

Às vezes parece que vou enlouquecer; ninguém coopera: é roupa pelo chão, meia encardida de andar descalço, quarto bagunçado, objetos espalhados. Aaaargh! Socorro!!!! 😠
Em outros, me ajudam com a louça, arrumam as camas, obedecem como se uma nuvem de amor estivesse cobrindo a casa.
E quando ficam doentes? Chego a ficar irritada; perco o rumo, ligo para os amigos e parentes, peço ajuda mesmo.😢
Mas qual família não é assim?
Sofremos, choramos, rimos e festejamos.
Somos criticados e perdoamos, criticamos e depois pedimos desculpas.
E vivemos ligados, mesmo quando moramos longe.
Aliás, o lado bom de morar longe é que a visita não é apenas para um almoço ou um lanche. é para dormir!

Então família, venham! E quando eu for visitá-los será no mínimo por uma semana.

#Eeuaguento


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Sou doutora!

Recebi este texto de uma amiga. Me deu uma vontade de responder deste jeito e de mudar meu perfil no Linkedin, hahaha. 😆


Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era sua profissão. Ela hesitou, sem saber como se classificar.
– O que eu pergunto é se tem algum trabalho, insistiu o funcionário.
– Claro que tenho um trabalho, exclamou Ana. Sou mãe, disse.
– Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
– Qual é a sua ocupação, perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
– Sou Doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, falei à funcionária.
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
– Posso perguntar disse-me ela com novo interesse: o que faz exatamente?
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
– Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?). O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta. Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 5. Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento – um bebê de seis meses – testando uma nova tonalidade de voz. Senti-me triunfante!
Maternidade… Que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas doutora-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas, as bisavós doutora-executiva-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas e as tias doutora-assistente.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, doutoras na arte de fazer a vida melhor!


Lindo, não é mesmo?

#Eeuaguento

Vamos passear!

Clássicos pertencentes ao Memorial JK
Casa cheia de novo. Amo! É muito gostoso matar a saudade, levar pra conhecer os pontos turísticos da cidade. Brasília é muito bonita!

É engraçado o fato que quando você mora na cidade que nasceu acaba não conhecendo ou não frequentando alguns lugares importantes e interessantes. Por exemplo: já conheci cariocas que nunca haviam ido ao Cristo Redentor, paulistas que não conheciam o Pico do Jaraguá ou o Museu do Ipiranga e por aí vai...
E isto acontece porque nos finais de semana todos já tem seus compromissos com família, clube, igreja ou grupos de interesse, e quando moramos longe, não dá pra almoçar na casa da mãe no domingo (snif), e aí a gente sai para explorar a cidade.
Eu gosto de levar minhas visitas para conhecerem os pontos turísticos; procuro saber informações e curiosidades sobre os locais, como por exemplo que as cúpulas do Congresso não têm o mesmo tamanho e que o "prato" para baixo é o Senado e o prato para cima é a câmara dos deputados.
Um local que eu conheci hoje, por dentro foi o Memorial JK. Um verdadeiro tesouro da nossa história, com objetos pessoais, fotos, roupas e a biblioteca particular do Juscelino Kubitschek que falava cinco idiomas! Um sonho.
Amanhã será o dia todo "batendo perna", será que eu aguento?

domingo, 10 de janeiro de 2016

Descansando

Esta semana teve um dia que não limpei a casa e fiquei assistindo filme no sofá com minha filha que está de férias. Rimos muito!
Gosto de assistir filmes com ela. De preferência que tenham uma boa história e uma reflexão sobre amizade, companheirismo, etc. Como em "Uma ponte para Terabitia" e "A invenção de Hugo Cabret" entre outros.
Depois de não fazer nada durante a tarde, quando anoiteceu fui jogar a bolinha pra cachorra no quintal e fui surpreendida por um céu estrelado... Que momento mágico!
Tentei fotografar com o celular, mas a foto não captou bem a imagem real, assim como as emoções das coisas simples passam desapercebidas ou são ignoradas quando buscamos muita perfeição.
Meu minuto de contemplação foi interrompido pelo rec rec do andador da vovó... hora de servir o jantar!

#Eeuaguento